Documentos fiscais eletrônicos


Como sabemos, a legislação tributária brasileira é um tanto complicada. São termos, regras e uma infinidade de detalhes que muitas vezes geram mais dúvidas do que soluções. Nesse sentido, vamos ter os chamados documentos fiscais eletrônicos, itens fundamentais para as pequenas e médias empresas.

No post de hoje, esclarecemos algumas das principais dúvidas sobre eles. Confira e fique por dentro do assunto.

O que são documentos fiscais eletrônicos?

DF-e (Documento Fiscal Eletrônico) consiste de uma nota eletrônica que é emitida no processo de venda ou prestação de serviços. Vale ressaltar que fazer tudo eletronicamente é algo ainda novo e que somente foi possível devido a algumas alterações e atualizações implementadas nas leis jurídicas.

Com essa evolução e com o uso da tecnologia, os documentos fiscais eletrônicos se tornaram muito comuns. Alguns tipos de negócios já as utilizam como padrão.

Quais os tipos de DF-e existentes?

Existem vários modelos em uso e cada um com aplicações específicas. Logo a seguir, selecionamos três exemplos e apontamos qual a utilidade de cada um. Confira.

  • Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) – modelo 55: Esse é o documento fiscal eletrônico mais popular. Ele é usado para o registro de transações comerciais que tem origem em pessoas jurídicas. Contribuintes de ICMS que pretendem registrar suas atividades (compra, venda, baixa de estoque, remessas para manutenção, etc.) tem que, obrigatoriamente, fazer uso desse modelo.
  • Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) – modelo 65: Esse documento chegou como substituto ao cupom fiscal que é emitido por ECF e à nota fiscal de venda ao consumidor (modelo 2). Basicamente, a NFC-e tem a função de contabilizar para o estado o ICMS referente aos produtos que são comercializados pelo mercado varejista tendo em vista o consumidor final.
  • Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e): Essa nota fiscal tem como função o registro da prestação de serviços, a exemplo do transporte feito dentro do próprio município. O ISS ou ISSQN, cuja alíquota é definida pelo município, está em destaque nesse documento. Ela não tem um número ou modelo padrão uma vez que cada município define um layout diferente.

Importância

Quando se trata de estar dentro da lei, diminuir a burocracia e ter mais possibilidades de negócios os documentos fiscais eletrônicos (DF-e) nunca devem ficar de lado. Lembre-se que o mundo está cada vez mais rápido e prático. Sendo assim, otimizar tanto quanto possível os processos é bom para quem vende e para quem compra. Especialmente se o assunto a ser considerado for menos burocracia e maior segurança nos processos comerciais.

Ainda está com dúvidas sobre os documentos fiscais eletrônicos e sua importância para PMES? Deixe o seu comentário abaixo!

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